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Facebook cria perfis ‘memoriais’ para usuários mortos
O Facebook anunciou uma nova função que permitirá a amigos e familiares alertarem o site sobre a morte de algum usuário, transformando o seu perfil em um memorial e impedindo que ele seja acessado por estranhos.
No post em que anunciou a novidade no blog oficial, Max Kelly, do Facebook, conta sobre a morte de um colega de empresa, logo no início da caminhada do Facebook, e como eles próprios vivenciaram a triste dúvida: o que fazer com o perfil dele no site?
“Nós queríamos modelar as relações das pessoas no Facebook, mas como lidar com as interações com alguém que não pode mais participar?”, questiona Max, “Quando uma pessoa parte, ela não deixa nossas memórias ou redes sociais. Para refletir essa realidade, criamos o conceito de perfis “memoriais” como um lugar onde as pessoas podem guardar suas memórias sobre aqueles que se foram.”
Para que um perfil se torna um “memorial” é preciso que algum amigo ou parente entre em contato com o Facebook, alertando o site sobre a morte da pessoa atráves de um formulário.
Quando a informação é confirmada, alguns dados do perfil deixam de aparecer e ele fica bloqueado para qualquer pessoa que já não fosse um “amigo”, deixando de aparecer em páginas de busca. O mural permanece na página para que amigos e familiares possam publicar mensagens, mas deixa de ser possível entrar no site por aquela conta.
Bing, da Microsoft, fecha acordo de conteúdo com Facebook e Twitter
A Microsoft fechou acordos com o Facebook e o Twitter para acessar o conteúdo das redes sociais em tempo real, como forma de impulsionar seu novo site de buscas Bing. O Bing, que espera superar o atual líder do mercado Google, terá acesso à totalidade de dados públicos do Twitter em tempo real, afirmaram executivos da Microsoft durante evento de Internet em San Francisco. Os termos dos acordos – que não são exclusivos – não foram revelados.
As atualizações em tempo real de milhões de usuários são consideradas o principal bem do Twitter. Até mesmo Larry Page, um dos fundadores do Google, já afirmou que o site de microblogging deixou sua empresa para trás no que diz respeito à demanda dos internautas por informação em tempo real.
Graças à agilidade da ferramenta é possível acompanhar o desenrolar de acontecimentos de quase qualquer parte do mundo apenas pelos comentários feitos pelos internautas no Twitter. Além de revelar suas opiniões pessoas sobre os fatos, os usuários ainda repassam links, imagens e outras informações importantes. O Facebook tem funções similares, além de permitir a replicação das mensagens do Twitter em seu próprio site.
O Twitter vinha negociando com o Google a Microsoft o acesso a essas informações. E parece que a Microsoft saiu na frente dessa vez. As contas do Twitter podem ser acessadas mesmo por internautas não inscritos no serviço, a não ser que o usuário opte por bloqueá-las.
Facebook acirra briga para roubar usuários do Orkut
Numa nova estratégia para roubar internautas do Orkut, a rede social mais popular do Brasil, o Facebook começou a incentivar seus próprios usuários a “importar” seus amigos do site do Google. Para isso, o site americano publicou um anúncio na página principal de cada usuário com o link para um tutorial.
No tutorial há um link para o Orkut, onde é possível baixar a lista de contatos. Depois, basta fazer o upload dessa lista para o Facebook e escolher os contatos que se quer adicionar.
Segundo Mark Zuckerberg, CEO do Facebook que esteve recentemente no Brasil, a rede social já tem 1,3 milhão de usuários no país, ainda muito atrás do Orkut, que chega a 27 milhões de usuários ativos, de acordo com dados do Ibope Nielsen Online.
Twitter lança guia para empresas
Mesmo com toda a (excessiva?) atenção que vem recebendo no último ano, o Twitter ainda enfrenta um curioso desafio: deixar claro para os novos usuários qual a sua utilidade. Com a intenção de resolver esse problema o site ganhará uma nova cara na semana que vem, segundo o blog All Things Digital.
Para o co-fundador Biz Stone, a página inicial do site é confusa. Ela de fato explica muito mal a função do Twitter, se prendendo ao ultrapassado conceito de “What are you doing?” que leva muitas pessoas a descartar a ferramenta como fútil. Por conta dessa definição, o comentário “não quero ficar lendo mensagens sobre a vida dos outros” ainda é comum em relação ao serviço.
Mudança no Twitter gera revolta entre usuários
Os administradores do Twitter deram um tiro no pé nesta terça-feira ao acabar com a opção das pessoas lerem mensagens enviadas por seus “amigos” como resposta para outros usuários que elas não estejam seguindo. Uma resposta no Twitter é qualquer mensagem que comece com “@nome_do_usuário”. Se você não estiver seguindo esse @nome_de_usuário, não receberá a mensagem mesmo que tenha sido enviada por uma pessoa que você segue.
A maior crítica à mudança é que ela dificulta a descoberta de novas contas e comentários interessantes. A tag #fixreplies já é a mais popular nesta quarta, enquanto a #twitterfail está em quinto lugar. Os protestos começaram com a mensagem “‘Retweet’ isso se você discorda da decisão do Twitter de esconder respostas para pessoas que você não segue”.
Segundo Biz Stone, co-fundador do Twitter, a mudança foi feita para “refletir melhor como as pessoas estão usando o sistema de respostas do site”. Ele diz que, de acordo com os padrões e sugestões recebidas, “os usuários querem ler respostas enviadas por pessoas que eles seguem para outras que eles também seguem, para se manter no assunto”. Já “receber fragmentos de apenas um lado enviados a pessoas que você não segue não é desejável”.
Biz esclareceu que a mudança ocorre apenas nos chamados “replies”, quando o nome do destinatário vem no início da mensagem. No caso das menções, com o nome citado no meio (Exemplo: “Ev meeting with @biz about work stuff”), as mensagens continuarão sendo vistas normalmente.
Nesta quarta, Biz voltou a escrever em seu blog. Ele garantiu que a equipe do Twitter está atenta a toda a reação gerada no site pela mudança.
“Um dos sinais mais fortes é que vocês estavam usando essa configuração para conhecer pessoas e contas interessantes – e isso é algo que nós queremos apoiar.”
O site vai parar para manutenção ao meio-dia desta quarta-feira (horário do Pacífico), portanto novas mudanças podem ser esperadas.
Ex-executivo do Facebook assume cargo de co-fundador no rival MySpace
O co-fundador do MySpace, Chris DeWolfe, não renovará seu contrato e deixará o cargo de presidente-executivo da empresa, informou nesta quinta-feira a News Corp, multinacional de Rubert Murdoch que comanda a rede social. DeWolfe fundou o MySpace em 2003 junto com Tim Anderson, atual presidente da empresa.
O novo CEO será Owen Van Natta, ex-executivo do Facebook e da Amazon. Analistas do mercado questionam a escolha de Van Natta que, segundo o TechCrunch, ainda tem ações do Facebook e deixa sua atual emrpesa, Playlist, em má situação.
DeWolfe seguirá como conselheiro do MySpace na China e será um assessor estratégico da empresa. Segundo a News Corp, a decisão foi tomada após um “acordo mutuo”.
A News Corp quer renovar o MySpace, site que virou o símbolo do desejo do presidente da empresa, Rupert Murdoch, de se aproximar da geração internet, após uma vida dedicada às mídias mais “tradicionais”. O crescimento do MySpace vem se desacelerando enquanto o Facebook se torna cada vez mais popular. Enquanto o Facebook teve 54,5 milhões de visitas únicas em março nos EUA, o MySpace, ainda líder, teve 76 milhões, segundo a Comscore.






