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dez
9

Vírus se dedica à rede social Facebook


A grande maioria dos usuários do Orkut já aprendeu, mesmo que a duras penas, que não deve clicar em links de supostos “álbuns feitos com suas fotos” ou qualquer outro convite que pareça tentador. Agora, os usuários do Facebook também precisarão aprender, graças ao vírus Koobface.

Koobface, um anagrama de Facebook, é um malware dirigido apenas aos usuários da popular rede social e infecta apenas PCs cujos donos sejam incautos o suficiente para clicar em um link inserido em uma mensagem com o título “You look just awesome in this new movie” (”Você está simplesmente maravilhoso neste novo vídeo”, na tradução), conforme noticiou o site The Inquirer.

Ao clicar no link, a vítima é direcionada para um novo site que diz que o Adobe Flash Player precisa ser atualizado. O que acontece, entretanto, é que ao autorizar a instalação o Windows é infectado e o perfil do usuário retransmite a praga automaticamente para outros usuários da lista de amigos. Adicionalmente, ao fazer uma busca em um serviço online como o Google, Yahoo ou MSN, são oferecidos resultados para sites contaminados.

De acordo com o site CNet, Craig Schmugar, especialista em segurança da McAfee Avert Labs, esta versão em circulação do Koobface ainda possui um componente que permitiria aos cibercriminosos instalar outros malwares posteriormente.

O Koobface é uma evolução de outro vírus que tentou se espalhar pelo MySpace em agosto e foi erradicado com uma atualização de segurança do serviço, e sequer é o primeiro vírus a provocar dores de cabeças em alguns usuários do Facebook, com outras praguinhas se disseminando anteriormente, embora de forma moderada.

No site facebook.com/security há instruções de como proceder após uma infecção do Koobface, baixando um software antivírus e alterando a senha de acesso ao site.

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dez
4

Apple sugere que usuários de Mac usem antivírus e depois volta atrás

Arquivado em Apple, Curiosidade, Internet às 10:32 | Escreva um comentário

O que parecia uma grande ironia que deixou usuários de PC no mundo inteiro com um leve sorriso de sarcasmo no rosto, na verdade foi apenas um falha de comunicação da Apple. A empresa que ficou famosa por construir computadores praticamente imunes a vírus colocou - e depois retirou -, nesta terça-feira, um alerta em sua página pedindo aos usuários de Mac que instalassem softwares antivírus.

No site, a empresa de Steve Jobs encorajava “o uso de múltiplas soluções antivírus, de modo a forçar os programadores a ultrapassar mais de uma barreira, tornando assim todo o processo de criação de vírus mais difícil”. Segundo a empresa, a nota foi inicialmente divulgada no ano passado e atualizada no dia 27 de novembro deste ano.

“Nós removemos o artigo porque ele é velho e inexato. O Mac é desenhado com tecnologias que protegem a máquina contra programas maliciosos e ameaças de segurança. No entanto, como nenhum sistema é 100% imune, utilizar um software antivírus pode garantir uma proteção adicional”, disse o porta-voz da Apple, Bill Evans.

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nov
21

Invasão de vírus causa proibição de pendrives e mídias portáteis em redes militares dos EUA


O uso de pendrives, CDs, cartões de memória e outros tipos de dispositivos de armazenamento portáteis está suspenso em duas redes de computadores do Departamento de Defesa dos EUA por causa de um worm que está se espalhando rapidamente pelo sistema. A proibição temporária foi ordenada pelo Comando Estratégico dos EUA, segundo um email interno do Exército divulgado pela revista Wired, e tem como objetivo evitar que o vírus se multiplique ainda mais.

Para garantir que as regras serão cumpridas as redes SIPR (de informações confidenciais) e NIPR (de informações não-confidenciais) serão monitoradas. Segundo outro email, o problema está afetando operações em todo o mundo: “Compreendam que essa é uma forma de ataque, e nós precisamos ter paciência ao lidar com esse caso”.

Segundo a reportagem, essa suspensão é especialmente problemática no Exército, pois os militares dependem desse tipo de equipamento para armazenar informação, especialmente quando estão em missões em locais onde a rede não é confiável.

O problema foi causado pelo vírus “Agent.btz”, que se espalha criando cópias para dispositivos de armazenamento portáteis. Quando o disco ou drive é conectado a outro computador, ele então infecta a nova máquina.

Os militares devem “cessar o uso de mídias de armazenamento até que os dispositivos USB sejam devidamente escaneados e estejam livres de malware” diz um email divulgado pela Wired. Alguns drives podem eventualmente ser liberados sob condições especiais, mas “aparelhos pessoais e não-autorizados estão proibidos a partir de agora”.

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out
21

Atenção: E-mail falso da Receita Federal

Arquivado em Curiosidade, Internet às 11:15 | Escreva um comentário

Acabei de receber mais um email “bem bolado”, que não passa de mais um SPAM! Atenção para não cair nessa pegadinha, esse email leva você para um VÍRUS!


Clique na imagem para ampliar!

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set
9

Perfil falso do Twitter espalha vírus para roubar senhas do Orkut

Arquivado em Curiosidade, Internet às 19:50 | Escreva um comentário

Um perfil falso do Twitter está sendo usado para espalhar um malware criado para roubar senhas e nomes de usuário do Orkut. O falso perfil envia as mensagens em português, numa tentativa de enganar usuários brasileiros, que compõe a grande maioria do Orkut.

O perfil envia um link para um álbum de fotos, que pede a atualização do Flash para ser visualizado. Quem clica no arquivo tem a máquina infectada por um malware conhecido como “OrkutTron”.

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set
3

Empresa processa McAfee por alerta

Arquivado em Internet, Utilitários às 10:28 | Escreva um comentário

A empresa de publicidade 7search.com abriu um processo contra a firma de segurança McAfee. A reclamante exige ressarcimento de danos causados à sua imagem após ser listada pelo serviço SiteAdvisor como site potencialmente perigoso.

A SiteAdvisor é uma ferramenta mantida pela fabricante de antivírus que alerta o usuário quando entra em sites com suspeita de distribuir malware. Ao acessar o site da 7search.com, explicou o heise Security, o usuário recebe a mensagem: “Downloads nesse site podem conter o que algumas pessoas consideram adware, spyware ou outros programas potencialmente indesejáveis”.

A 7search.com afirmou em seu processo que não possui arquivos diretos para download ao menos desde 2003, algo que realmente não é listado pelo SiteAdvisor, que traz a classificação apenas baseado na informação oferecida por usuários. A firma de publicidade diz ter perdido uma série de clientes por conta do alerta.

A suspeita por parte dos usuários sobre o serviço vem do fato da firma de publicidade estar ligada à barra de ferramentas BrowserAccelerator, que de acordo com outras firmas de segurança enviariam informações de hábitos de navegação de seus usuários para um servidor da 7search e, por isso, passou a ser considerada adware ou spyware.

A BrowserAccelerator continua a ser distribuída via domínios específicos, mas ainda está atrelada à 7search, o que pode ter gerado o descontentamento entre os usuários e posteriormente a classificação negativa no SiteAdvisor.

Com a ação, além de ressarcimento a companhia procura também a mudança de status no serviço da McAfee e a exclusão de qualquer referência no sistema que indique que o seu site seja atrelado a adware, spyware ou vírus, noticiou o site TechWorld.

De acordo com o The Register, a McAfee afirmou através de um porta-voz que a SiteAdvisor que “algumas vezes as pessoas discordam de nossas avaliações. Estes proprietários de sites são encorajados e trabalhar conosco nesses assuntos”.

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ago
28

Cientistas criam bateria menor que uma célula

Arquivado em Tecnologia às 9:53 | Escreva um comentário

Pesquisadores do MIT criaram o que foi batizado como “a menor bateria do mundo”: ela mediria cerca de metade do tamanho de uma célula humana.

O “combustível” utilizado para alimentá-la é ainda mais interessante: são empregados vírus, que em conjunto com anodos, catodos e eletrólitos são capazes de produzir energia elétrica.

A descoberta é de Paula Hammond e seu time de pesquisadores do centro, conta o Gizmodo. A “pilha” é composta de dois eletrodos opostos, um catodo e um anodo, separados por um eletrólito, conforme o PC Magazine. Os dois últimos haveriam sido criados a partir de uma técnica chamada litografia suave (soft litography) e vírus cultivados em laboratório:”as matrizes de eletrodos resultantes mostram uma funcionalidade eletroquímica completa”, dizem os cientistas.

A utilização da técnica, juntamente com o emprego de vírus, é a primeira de que se tem notícia, afirmam os próprios membros da equipe. O feito foi anunciado na publicação Proceedings of the National Academy of Sciences, no último dia 18, que oficializa a divulgação da pesquisa. O uso pretendido para a invenção é a alimentação de micro-chips e dispositivos médicos implantados nos pacientes, afirma o Good Clean Tech.

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ago
20

Vírus que vem das Olimpíadas

Arquivado em Internet às 9:30 | Escreva um comentário

Os Jogos Olímpicos de Pequim estão tirando o sono de muita gente. E não só por causa do fuso horário. Cibercriminosos (popularmente conhecidos como hackers) aproveitam o período de divulgação dos jogos pela internet para aplicar golpes e infectar computadores dos internautas. O método utilizado por eles é conhecido como engenharia social, que explora a popularidade e atualidade de eventos com mensagens e endereços falsos sobre as celebrações mundo afora. Segundo a Trend Micro, empresa que criou um calendário com mais de 200 datas comemorativas utilizadas para espalhar vírus, além das Olimpíadas, neste ano, a Oktoberfest (na Alemanha), as eleições nos EUA e o Natal estão na mira dos criminosos. Aqui no Brasil, a greve dos Correios também foi explorada pelos hackers e milhares de brasileiros caíram no golpe do Sedex. Mal-intencionados enviavam e-mails com pedidos de confirmação do serviço. Ao clicar no link, a pessoa recebia uma outra encomenda, nada agradável.

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ago
16

McAfee alerta para malware que ataca cibercafés e bares

Arquivado em Internet às 17:45 | Escreva um comentário

Um malware denominado MachineDog recentemente chamou a atenção da comunidade de segurança da China. Ele parece ser um minúsculo rootkit que tem como característica especial ter sido projetado para penetrar no disco rígido e no software de segurança instalado na maioria dos bares e cibercafés.

Uma vez executado o arquivo infectado, o MachineDog lança e instala no sistema um dispositivo chamado “pcihdd.sys”. É feita então, uma comunicação no sistema para infectar o arquivo “userinit.exe”, responsável por executar script de logons de usuários, reestabelecer comunicações com a rede, entre outros. A partir daí, os arquivos que forem identificados como “MachineDog!inf” deverão ser substituídos por backups sadios.

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ago
15

Programas antivírus são vencidos em duas horas

Arquivado em Internet, Tecnologia às 22:50 | Escreva um comentário

Durante a convenção de segurança DEFCON grupos hackers foram formados para a Race To Zero, uma competição em que os habilidosos programadores tentam driblar a proteção de uma série de antivírus comerciais disponíveis no mercado. O objetivo da prova foi mostrar que o atual modelo de antivirus não funciona.

Na Race To Zero, as equipes formadas precisam pegar sete exemplos de códigos de malware, entre eles um vírus de DOS criado há 20 anos, e modificá-los para que estes sejam capazes de infectar computadores protegidos, conforme noticiou o site BetaNews.

No fim do dia, três das equipes haviam concluído a missão, modificando sete vírus e explorando duas brechas conhecidas. O time a concluir primeiro a tarefa, em pouco menos de cinco horas, foi composto por três especialistas da firma de segurança iDefense, todavia uma outra turma que havia começado depois bateu o recorde concluindo o objetivo em pouco mais de duas horas.

A idéia da competição é mostrar que o atual modelo utilizado pelas fabricantes de antivírus não funciona. Segundo o site Security Focus, o criador da competição, Simon Howard, a detecção baseada em modelos não funciona e o futuro do combate ao malware está no reconhecimento de comportamento.

Pela detecção atual bastaria aos hackers criarem variantes dos vírus já conhecidos, técnica que até o fim de 2007 havia sido usada para criar meio milhão de ameaças.

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