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Extreme e Sourcefire Formam Cooperação para Redes de Alta Segurança
Acordo permite integrar a tecnologia de proteção em tempo real da Sourcefire ao sistema operacional de redes ExtremeXOS, que está na base dos switches de alto desempenho da Extreme Networks
A Extreme Networks, Inc. (NASDAQ: EXTR), líder global em redes de alto desempenho, e a Sourcefire (Nasdaq: FIRE) líder em cibersegurança e criadora do Snort (sistema de detecção de intrusões para redes em tempo real) acabam de anunciar que estão trabalhando juntas para oferecer redes de negócios com maior nível de controle e proteção contra vulnerabilidades. Pelo acordo, a Sourcefire passa a integrar o Programa de Parceiros “Go Purple”, da Extreme Networks, para desenvolverem ações cooperadas visando o desenvolvimento de infraestrutura de redes com padrões de segurança mais robusta, dinâmica e automatizada.
A detecção de ameaças e vulnerabilidades é um dos maiores desafios das empresas globais para proteger seu patrimônio, funcionários e receitas contra toda a sorte de perigos que rondam as redes de negócios. Para esta finalidade, a Sourcefire oferece soluções para prevenção de invasão que passam a se integrar ao sistema operacional de redes ExtremeXOS, utilizado como software de base para os switches das famílias BlackDiamond e Summit. De acordo com as duas empresas, esta combinação das funções de comutação e detecção de ameaças em um ambiente único resulta em redes com padrão de segurança bem mais eficaz e em tempo real.
Durante os testes de prova de conceito nos produtos, realizados pelas duas empresas, a solução Sourcefire encaminhou informações detalhadas dos eventos de rede diretamente aos switches Ethernet da Extreme Networks, permitindo que o sistema combinado pudesse detectar e oferecer respostas automáticas e dinâmicas aos eventos relacionados a ameaças. Com isto, os administradores da rede conseguiram eliminar as ameaças em tempo real e ao mesmo tempo ter uma visão detalhada do que acontecia junto aos usuários, dispositivos e serviços ao longo de toda a extensão da rede.
Dígitro Cria Biometria de Voz Com Tecnologia Brasileira
Sistema criado no Brasil permite autenticar a identidade de clientes, em transações remotas envolvendo sistemas de acionamento vocal, ou para fins de investigação com base em varredura de voz
A Dígitro Tecnologia, tradicional desenvolvedora brasileira de soluções de Inteligência, TI e Telecomunicações, desenvolveu um sofisticado sistema de biometria de voz, utilizado para a identificação precisa de indivíduos a partir de suas características vocais e hábitos de locução.
Empregado originalmente em plataformas de inteligência da Dígitro – entre elas a solução Guardião, que equipa sistemas de inteligência e investigação policial em todo o território Brasileiro – a biometria vocal poderá ser empregada também em aplicações de reconhecimento e controle de acesso a dados e serviços das soluções de redes e TI desenvolvidas pela empresa.
Para o desenvolvimento da tecnologia biométrica, a Dígitro teve como ponto de partida um longo histórico de pesquisas que a empresa vem empreendendo. Desde 1996, a empresa financia pesquisas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em sistemas de reconhecimento de fala que são aplicados para o acionamento de comandos a partir de ordens vocais.
“A inclusão do traço biométrico neste tipo de aplicação representa uma evolução que une a praticidade à alta segurança, o que habilita a homologação das nossas soluções de voz para a utilização em sistemas altamente críticos, como operações financeiras por voz ou o acesso a dados confidenciais nas empresas”, assinala Geraldo Faraco, Presidente da Dígitro.
Diferente de outros sistemas de prova biométrica, como a leitura de íris, da impressão digital ou do mapeamento das veias da mão, que vêm sendo largamente utilizados, a biometria de voz tem a vantagem de dispensar a presença física do indivíduo no local, podendo ser colhida à distância, através de ligação telefônica. Com isto, o método de identificação é ideal para aplicações em sistemas que utilizam o comando de operações via URA (unidades de resposta audível) ou em soluções de investigação, como é o caso dos sistemas que a Dígitro tradicionalmente fornece para os órgãos de segurança pública.
Só nos últimos três anos, a Dígitro investiu cerca de R$ 2,2 milhões em seus laboratórios de fonética aplicada e em tecnologias como conversão de texto em fala e vice-versa. A empresa é também uma das poucas do País a dominar tecnologias de análise com base em inteligência artificial para aplicações como CRM analítico, análise georreferenciada e algoritmos de correlação de informações de negócios.
Este mês pode ser lançado o Firefox Mobile
Conforme o site V3.co.uk, um porta-voz da empresa afirmou que uma versão de testes será lançada até a próxima semana, e a versão final será liberada antes do fim do ano.
O software estará disponível inicialmente apenas nos aparelhos Nokia N900, que é um smartphone de última geração e utiliza o sistema operacional Maemo, baseado em Linux, e será capaz de executar cerca de 30 extensões do Firefox convencional, que já tem data marcada para a apresentação da versão 3.6.
De acordo com o site TechRadar, o aplicativo irá funcionar inclusive com navegação por abas e virá com barra de pesquisa rápida.
No entanto, o N900 não virá com o navegador pré-instalado, e os usuários terão que efetuar o download da instalação a partir de um desktop, como se fosse um pacote comum.
O porta-voz afirmou que a empresa está confiante de que esta abordagem irá funcionar.
Ao que tudo indica, as novas versões deste aparelho, bem como as próximas edições do sistema operacional Android, da Google, já virão com o navegador por padrão.
A Fundação Mozilla irá anunciar mais detalhes do software para plataforma móvel na próxima semana.
AOL negocia venda do ICQ
A AOL estaria negociando a venda do pioneiro serviço de mensagens instantâneas ICQ para o grupo de investimentos russo Digital Sky Technologies (DST). Os russo estariam interessados em comprar o software por um valor entre US$ 200 milhões e US$ 250 milhões, de acordo com a imprensa local. O valor é bem menor que o pago pela AOL em 1998 para comprar o ICQ: US$ 400 milhões.
Lançado em 1996 pela empresa isralense Mirabilis, o ICQ foi o primeiro programa de mensagens instantâneas a se tornar popular. Em boa parte do mundo, no entanto, acabou caindo no esquecimento quando a Microsoft resolveu investir em seu MSN Messenger, especialmente quando ele passou a vir como software padrão no Windows.
Ainda assim, o ICQ tem cerca de 33 milhões de usuários em todo o mundo e é o mensageiro mais popular na Rússia, com 8,4 milhões de visitantes únicos mensais, de acordo com a comScore.







