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nov
21

Conheça a vida de Steve Jobs, o criador da Apple

Arquivado em Curiosidade, Internet, Vídeos às 10:28 | Escreva um comentário

Confira o discurso de Steve Jobs, criador da Apple, para os formandos da faculdade de Stanford, na Califórnia, no ano de 2005. O vídeo tem legendas em português e, apesar de ser bastante longo, vale a pena assistir.


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out
27

Jovem de 18 anos espalhou boato sobre ataque cardíaco de Steve Jobs

Arquivado em Curiosidade, Internet às 15:19 | Escreva um comentário

Um jovem de 18 anos foi o responsável pelo surgimento do boato sobre um suposto ataque cardíaco de Steve Jobs, que levou a uma queda de 5,4% no valor das ações da Apple no último dia 3. Os investigadores não encontraram nenhuma evidência de que o rapaz tenha se beneficiado financeiramente do caso, segundo a Bloomberg.

A notícia foi lançada no site de jornalismo colaborativo iReport.com, da CNN, e ganhou vulto quando foi republicada no blog Silicon Alley Insider, de Henry Blodget, um ex-analista da Merrill Lynch.

O rumor fez com que o valor de mercado da Apple caísse em US$ 4,8 bilhões na primeira hora da Nasdaq, no dia 3 de outubro. Depois que um porta-voz de Cupertino negou a notícia, as ações se recuperaram um pouco, fechando em -3%.

O artigo, postado sob o codinome “Johntw” citava fontes internas e garantia que “paramédicos foram chamados após Steve sentir fortes dores no peito e falta de ar”.

A saúde de Steve Jobs tem causado preocupação no mercado desde que ele apareceu bem mais magro que o normal na apresentação do iPhone 3G, em junho. Há quatro anos Jobs se submeteu a uma cirurgia por conta de um câncer no pâncreas. Em julho, Jobs teria dito a membros do conselho da Apple, segundo a Bloomberg, que está curado do câncer, mas tem problemas nutricionais por causa da cirurgia que podem levar a perda de peso.

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out
8

“Morte iminente” do iPod?

Arquivado em Apple, Curiosidade, Tecnologia às 16:47 | Escreva um comentário

Stephen Wozniak, o descendente de poloneses que fundou a Apple junto com Steve Jobs, deu uma entrevista extremamente franca para o Daily Telegraph sobre o futuro da empresa e da indústria de tecnologia. Entre outras controversas declarações, ele prevê a morte do produto mais popular da Apple, o iPod.

- O iPod já teve uma vida longa para começo de conversa. Aparelhos como esse, se você olha para o passado e lembra dos rádios transistores e do Walkman, eles tendem a morrer depois de um tempo. É como se todo mundo tivesse um deles, ou dois ou três. Você chega num ponto em que ele está em todo lugar, pode ser comprado por um preço muito baixo e não vende mais tanto assim - analisa ele.

Wozniak parou de trabalhar na Apple em fevereiro de 1987, doze anos depois de fundá-la. No entanto, ele continua como funcionário da empresa (e recebe por isso) e se relaciona com Steve Jobs, além de possuir ações da companhia.

Na última semana, em meio à crise que afeta a economia global, as ações da Apple despencaram quase 20 pontos percentuais depois que analistas afirmaram que a queda no consumo poderia prejudicar gravemente os lucros da empresa. Qual a opinião de Wozniak sobre o assunto? Para ele, a supervalorização da web 2.0 e das redes sociais pode levar a uma versão menos grave da quebra de empresas pontocom ocorrida entre 2000 e 2002.

- Está na hora de toda a indústria de informática baixar um pouco a bola. Por 20 anos nós estamos nesse mercado de reposição e atualização. É muito fácil postergar isso quando há problemas financeiros - alerta Woz.

Ele critica também a limitação imposta pela Apple na criação de aplicativos para o iPhone 3G. Qualquer programa criado para o smartphone precisa ser aprovado pela empresa para ficar disponível na App Store. O Google, por outro lado, lançou seu sistema operacional para celulares, o Android, em código aberto e liberou a criação de aplicativos para quaisquer desenvolvedores.

- Não é posssível satisfazer completamente os consumidores quando as empresa têm uma atitude muito proprietária e travam seus produtos.

Eu gostaria de poder criar aplicativos mais poderosos do que é permitido - lamenta.

Sobrou até para os apaixonados fãs da Apple, cuja atitude religiosa em relação aos produtos da empresa pode prejudicar o avanço tecnológico, na opinião de Wozniak.

- Eu gostaria que os usuários influenciassem a próxima geração. Numa religião não é permitido contestar nada. Eu quero que nossos consumidores nos desafiem.

Fonte: O GLOBO

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