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nov
7

Pirate Bay afirma ter alcançado 22 milhões de usuários

Arquivado em Curiosidade, Internet às 11:50 | Escreva um comentário

O Pirate Bay entrou com um pedido no Guiness Book para ser reconhecido como o maior site de torrents do mundo. O site sueco, que por questão legais tem seus servidores na Holanda desde o início do ano, afirma em seu blog ter alcançado 22 milhões de usuários.

Segundo o post, em abril o Pirate Bay já tinha 12 milhões de internautas utilizando seus serviços - que são arduamente combatidos por autoridades e entidades defensoras dos direitos autorais. Eles então fizeram uma campanha pedindo que cada usuário convidasse seus amigos e família para alcançar a marca de 20 milhões. O número foi ultrapassado apenas sete meses depois.

Pelo feito, o site agradece “aos grandes e persistentes “uploaders” que dedicaram seu tempo para partilhar. Mas acima de tudo, gostaríamos de agradecer a você, você e você. Porque são todos vocês que fazem do site o que ele é. Juntos: uploaders, seeders, leechers, mods e admins, nós somos o Pirate Bay”.

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out
16

Provedores têm poder para derrubar pirataria

Arquivado em Curiosidade, Internet às 11:00 | Escreva um comentário

Uma pesquisa realizada no Reino Unido e que aborda os hábitos de download de músicas no país mostrou que os provedores teriam facilidade em coibir a pirataria.

De acordo com o site TechRadar, o estudo revelou que dos piratas entre os 1.500 consumidores entrevistados, bastaria uma advertência para derrubar em até 75% as infrações de direitos autorais.

O estudo aponta que os usuários estão adotando hábitos legais, sendo que quase a metade dos entrevistados utiliza serviços pagos de downloads como, por exemplo, o iTunes.

Para Russell Hart, CEO da Entertainment Media Research, firma responsável pela pesquisa, ficou evidente que os provedores têm poder, já que os usuários acreditam que seus hábitos online estão sendo monitorados e podem ser usados em ações legais futuras.

Embora a ilegalidade esteja em declínio entre a audiência mais madura, ainda é um problema entre a faixa etária de 13 a 17 anos. Os resultados mostram que, ao contrário do que era previsto em 2007, a pirataria caiu 10% em 2008, noticiou o site The Guardian.

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out
10

Microsoft indenizada por pirataria

Arquivado em Curiosidade, Internet às 16:31 | Escreva um comentário

A Microsoft Corporation, sediada nos Estados Unidos, será indenizada por uma empresa mineira que reproduziu e utilizou cópias piratas dos programas Microsoft Office, Microsoft Project e Microsoft Windows em diversos computadores instalados em seu estabelecimento, configurando violação de direitos autorais. A decisão é dos desembargadores Alberto Henrique, Barros Levenhagen e Francisco Kupidlowski, da 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

A ação foi ajuizada depois que a Microsoft tomou conhecimento de que a empresa Paíra Indústria e Comércio Ltda., fabricante de peças metálicas sediada em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte, vinha reproduzindo e utilizando cópias dos programas sem licença. Segundo a Microsoft, o usuário final que necessitar de uma cópia dos programas e manuais de propriedade da empresa deve adquirir o direito de uso por meio de um distribuidor ou de revenda autorizada. Em vistoria determinada pela Justiça, a reprodução e a utilização ilícita dos programas Office, Project e Windows foram confirmadas.

Na 1ª Instância, o juiz Antônio Leite de Pádua, da 2ª Vara Cível de Contagem, condenou a empresa a cessar a utilização ilícita de programas de computador da Microsoft, caso não pagasse o valor de cada um desses programas (na hipótese de não pagamento, o juiz determinou a destruição dos programas). A firma ficou sujeita, ainda, a multa de R$ 1 mil diários por programa instalado irregularmente e ao pagamento de indenização correspondente ao valor de mercado de cada programa, a ser apurado em liquidação de sentença.

A Microsoft recorreu ao TJMG, afirmando que a indenização fixada com base no valor de mercado dos programas é ínfima, se consideradas as vantagens e os benefícios obtidos pela empresa durante o período em que violou os seus direitos autorais.

Em seu voto, o relator do recurso, desembargador Alberto Henrique, lembrou que as leis 9.609/98 e 9.610/98, que tratam da proteção à propriedade intelectual, não disciplinam a forma como a quantificação de indenizações deve ser feita. No entendimento do desembargador, apesar de não haver parâmetros definidos, “nos casos de proteção ao direito autoral a fixação adequada não pode restringir-se à perda material experimentada, já que o pagamento tão-somente do valor dos programas contrafaceados não indeniza, de forma justa, todos os prejuízos sofridos”.

Assim, segundo Alberto Henrique, o pagamento restrito ao valor de mercado dos programas “constitui um incentivo à pirataria, já que o infrator seria compelido, apenas, ao pagamento do preço dos softwares utilizados sem a respectiva licença”. O entendimento do relator está de acordo com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça.

Com base nesses argumentos, o desembargador Alberto Henrique aumentou a indenização para cinco vezes o valor atual de mercado dos softwares irregularmente utilizados, a ser apurado em liquidação de sentença. Os desembargadores Barros Levenhagen e Francisco Kupidlowski acompanharam o voto do relator.

Fonte: INFOJUS

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ago
27

Executivo da EA é contra processar gamers piratas

Arquivado em Internet, jogos às 16:30 | Escreva um comentário

Peter Moore, responsável pela divisão de jogos EA Sports, da Electronic Arts, afirmou em entrevista ao site Eurogamer que não apóia processos contra usuários que baixem conteúdo pirata.

O executivo afirma que o modelo não funcionou para a indústria da música e que acredita haver uma maneira melhor de contornar o problema com o poder como desenvolvedores e distribuidores.

“Eu não sou um grande fã de tentarmos punir nossos consumidores”, explicou, acrescentando que ainda assim é preciso encontrar soluções. “Absolutamente deveríamos derrubar a pirataria. As pessoas colocam um monte de sangue, suor e lágrimas em seu conteúdo e merecem ser pagas por isso. É absolutamente errado, é roubo”, enfatizou.

Como proposta, Moore acredita que as desenvolvedoras devam criar soluções alternativas à caçada de internautas por dinheiro, algo que invalide a experiência de jogo em títulos pirateados. “Se aprendemos qualquer coisa com o negócio de música, é que eles não ganharam nenhum amigo processando seus consumidores”, constatou.

As declarações vieram pouco depois da convenção de jogos em Leipizig, Alemanha, em que cinco companhias de games anunciaram que processariam 25 mil jogadores que compartilharam títulos piratas. Entre elas estavam a Atari, a Codemasters, a Reality Pump, a Techland e a Topware Interactive, noticiou o site GamesIndustry.biz.

A pirataria de jogos eletrônicos está na ordem do dia dos desenvolvedores de todas as grandes empresas de games, que têm dado declarações incisivas nas últimas semanas. Há alguns dias, Todd Hollenshead, CEO da desenvolvedora de jogos id Software, acusou a indústria de hardware de comemorar a pirataria de software porque esta ajudaria nas vendas de PCs e periféricos. O executivo chamou a suposta prática de “pequeno segredo sujo”.

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ago
11

Site de torrents Pirate Bay é bloqueado na Itália

Arquivado em Internet, Tecnologia às 13:39 | Escreva um comentário

O Pirate Bay, um dos maiores sites de torrents do mundo, foi bloqueado na Itália. Famoso por ter uma página dedicada a ridicularizar as ameaças legais recebidas por quebra de direitos autorais, o site publicou nesta segunda-feira um comunicado criticando fortemente o governo italiano, taxado por eles de fascista.

“Nós estamos bastante acostumados com governos fascistas que não permitem a liberdade de expressão. Muitas nações menores que são controladas por ditadores decidiram bloquear nosso site uma vez que ele pode ajudar a disseminar informação que poderia prejudicar seus governos totalitários”, diz o comunicado.

O site define o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, como um “líder fascista” e “a mais poderosa personalidade da mídia italiana, como dono de diversas empresas que competem com o Pirate Bay”.

Segundo os administradores do serviço, o IP do website já foi modificado, permitindo o acesso de uma parte dos italianos. Além disso, eles ensinam como enganar filtros dos provedores e oferecem uma alternativa de endereço - http://labaia.org (La Baia, a Baía em italiano).

O Pirate Bay se notabilizou por fazer amplas campanhas contra a censura e pelo direito de compartilhar arquivos na internet. Para se defender das inúmeras ameaças legais que recebe, o site afirma que “apenas arquivos torrent são salvos no servidor. Isto significa que nenhum conteúdo com direitos autorais (copyright) ou ilegal é armazenado aqui. Assim, não é possível prender as pessoas sobre o The Pirate Bay nem responsabilizar-nos pelo material veiculado pelo tracker”. E termina o seu aviso legal alertando que “qualquer queixa de organizações de lobbys e/ou copyrights serão ridicularizadas e publicadas no site”.

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