Versão original do clipe Lady Gaga – Telephone ft. Beyoncé
Agora a super versão com XIMBICA E NANY PEOPLE – TELEFONE
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O Google está testando seu prório serviço encurtador de URLs, batizado de Goo.gl. A ferramenta por enquanto funciona apenas pela Google Toolbar e não pode ser acessada diretamenta através de um site. Com isso, ainda não é possível avaliar o serviço em grande escala para saber se ele poderá superar as diversas opções disponíveis atualmente.
Os encurtadores de URL transformam endereços grandes da internet (como o desta matéria) em links curtos, facilitando o envio de sites em dispositivos com alguma restrição de espaço. Isso serve tanto para celulares quanto para as páginas de um jornal impresso. Todos os links indicados nas matérias da Revista DIGITAL, por exemplo, utilizam encurtadores.
Entre os serviços existentes estão o TinyURL (tiny.cc), Bit.ly (bit.ly) e o NotLong (notlong.com). O brasileiro Migre.me (migre.me) também é uma opção e serve para demonstrar um dos possíveis interesses do Google no mercado.
Através dos endereços criados pelos internautas, o Migre.me revela quais foram os links mais clicados e enviados no Twitter nas últimas “x” horas. Com essas informações é possível saber mais sobre o comportamento de internautas e sobre os assuntos mais populares em determinados momentos.
Os encurtadores se tornaram especialmente populares na trilha do sucesso do Twitter, com seu limite de 140 catacteres por mensagem, como notam os engenheiros de software Muthu Muthusrinivasan, Ben D’Angelo e Devin Mullins, no post que anuncia o novo serviço no blog do Google.
“As pessoas compartilham muitos links online e isso aumentou particularmente com a popularidade de serviços de microblogging como o Twitter. Se você não está familiarizado com eles, os encurtadores de links basicamente diminuem uma URL longa em poucos caracteres para facilitar o compartilhamento com outras pessoas.”
O Firefox 3.5 alcançou nesta semana o posto de navegador web mais utilizado no mundo, segundo o site de análise StatCounter. A estatística diz respeito apenas a versão 3.5 do browser da Mozilla. Somadas todas as versões, o Internet Explorer ainda domina o mercado com ampla margem.
A ascenção do Firefox 3.5 ao topo do ranking, com 22% dos usuários, ocorre num momento de “entressafra” do Internet Explorer, com os usuários divididos entre o recém-lançado IE8 (20%) e o antecessor IE7 (21%). Além disso, o infame IE6, lançado em 2001, ainda tem cerca de 14% do mercado.
O Internet 8 vem crescendo em números de usuários, especialmente na onda do Windows 7, e deve recuperar a primeira posição em breve. Mas o crescimento do Firefox também é estável e ameaça cada vez mais a posição dominante da Microsoft na área.
Conforme o site V3.co.uk, um porta-voz da empresa afirmou que uma versão de testes será lançada até a próxima semana, e a versão final será liberada antes do fim do ano.
O software estará disponível inicialmente apenas nos aparelhos Nokia N900, que é um smartphone de última geração e utiliza o sistema operacional Maemo, baseado em Linux, e será capaz de executar cerca de 30 extensões do Firefox convencional, que já tem data marcada para a apresentação da versão 3.6.
De acordo com o site TechRadar, o aplicativo irá funcionar inclusive com navegação por abas e virá com barra de pesquisa rápida.
No entanto, o N900 não virá com o navegador pré-instalado, e os usuários terão que efetuar o download da instalação a partir de um desktop, como se fosse um pacote comum.
O porta-voz afirmou que a empresa está confiante de que esta abordagem irá funcionar.
Ao que tudo indica, as novas versões deste aparelho, bem como as próximas edições do sistema operacional Android, da Google, já virão com o navegador por padrão.
A Fundação Mozilla irá anunciar mais detalhes do software para plataforma móvel na próxima semana.
A AOL estaria negociando a venda do pioneiro serviço de mensagens instantâneas ICQ para o grupo de investimentos russo Digital Sky Technologies (DST). Os russo estariam interessados em comprar o software por um valor entre US$ 200 milhões e US$ 250 milhões, de acordo com a imprensa local. O valor é bem menor que o pago pela AOL em 1998 para comprar o ICQ: US$ 400 milhões.
Lançado em 1996 pela empresa isralense Mirabilis, o ICQ foi o primeiro programa de mensagens instantâneas a se tornar popular. Em boa parte do mundo, no entanto, acabou caindo no esquecimento quando a Microsoft resolveu investir em seu MSN Messenger, especialmente quando ele passou a vir como software padrão no Windows.
Ainda assim, o ICQ tem cerca de 33 milhões de usuários em todo o mundo e é o mensageiro mais popular na Rússia, com 8,4 milhões de visitantes únicos mensais, de acordo com a comScore.
A Microsoft lançou nesta quinta-feira o Bing Maps, seu site de mapas online que pretende competir com o serviço similar do Google. O Bing Maps utiliza Silverlight, o “Flash” da Microsoft, e mostra imagens 3D com a ferramenta StreetSide, semelhante ao Google Street View.
Para cidades onde estão disponíveis as imagens 3D, o Bing Maps faz uma transição muito suave entre o mapa 2D e as fotografias que constroem o ambiente em três dimensões. Segundo a Microsoft, isso é possível graças ao Silverlight, tecnologia que a empresa tenta emplacar no lugar do Flash, amplamente utilizado hoje em dia para apresentar animações e vídeos na web. Para utilizar o Bing é preciso baixar gratuitamente o Silverlight.
O Bing Maps é mais um passo no esforço da Microsoft em atrair usuários para sua ferramenta de busca. Lançado em junho, o Bing já tem cerca de 9% do mercado de buscas nos EUA, ainda atrás do Yahoo (18%) e principalmente do líder Google (65%).
Com o objetivo de “remover distrações” desnecessárias para os internautas que visitam sua página principal apenas para realizar buscas online, o Google lançou um novo site, com visual ainda mais minimalista. Agora, quando alguém acessa o endereço www.google.com vê apenas o logo da empresa, a caixa de busca e os botões “Pesquisa” e “Estou com sorte”. Mas basta mover o mouse para que as outras opções de navegação surjam na página.
Segundo Marissa Mayer, vice-presidente de produtos de busca e experiência do usuário do Google, a maioria dos visitantes do site deseja apenas fazer buscas “e essa opção limpa e minimalista dá a eles o que estão procurando”.
Aqueles que quiserem usar outros aplicativos, como o Gmail ou Google Reader, ou opções mais sofisticadas de pesquisa, e acessam esses serviços pelo site principal do Google, precisam apenas mexer o mouse para que esses links adicionais apareçam.
Marissa argumenta que a maioria das pessoas que quer acessar outros serviços tende a mover o mouse assim que entra na página, o que faz com que o recurso do “fade-in” seja uma “solução elegante que dá opções para quem deseja, mas remove distrações de quem só quer fazer buscas”.
O design apresentado nesta quinta-feira não parece ter relação com outras propostas que o Google vem testando para sua página de busca.
O iDig – Instituto Digital promove o curso “Comportamento do consumidor na era digital”, com o objetivo de esclarecer como a Internet mudou o perfil do consumidor e como isso afeta a forma de fazer negócios atualmente.
As teorias da Antropologia do Consumo, que ajudaram as empresas desde 1970, foram reformuladas para compreender quem são os consumidores do século XXI e como eles relacionam-se com as empresas. Aumentarem-se as possibilidades de escolha, as referências, as trocas de informações e, principalmente, a relação individual com as marcas, produtos e serviços.
O curso, de oito horas de duração, debaterá ainda como empresas criaram produtos de sucesso a partir da observação de tendências de comportamento de seus consumidores. O iDig é um Núcleo de Inteligência Digital sediado no Rio de Janeiro e oferece cursos voltados para negócios digitais.
Serviço:
Curso: “Comportamento do consumidor na era digital”
iDig – Instituto Digital
Dia 27 de novembro, das 8h30 às 18 horas.
Local das aulas: Centro de convenções Mourisco (Praia do Botafogo, 501 – Rio de Janeiro)
Informações sobre custo e inscrições pelo site www.idig-institutodigital.com.br.
O Google lançou um novo site onde cada internauta pode conferir um sumário de todas as suas informações pessoais armazenadas pelo gigante da web. O “Dashboard” (Painel, em inglês), revelado nesta quinta-feira, reúne todos os dados que são pescados pelos computadores do Google sempre que nos logamos em alguma conta da empresa.
Diferente do iGoogle, o Dashboard não pretende ser uma página inicial do usuário, um “portal de entrada” na internet. A função dele é oferecer um resumo de todos os serviços do Google que aquele internauta utiliza, com links para que ele possa facilmente modificar as configurações de cada um desses serviços.
Isso inclui resumos dos emails recebidos pela pessoa, solicitações de pesquisa, documentos abertos no Docs, contatos, datas marcadas no calendário, posição no Latitude, atualizações no Orkut, notícias lidas no Reader, hábitos de visualização no YouTube, entre outros. Antes, era preciso visitar vários sites diferentes para ter acesso a todas essas informações. O instantâneo não inclui qualquer atividade ocorrida enquanto o internauta não está registrado em algum serviço do Google.
O Dashboard é a mais recente tentativa do Google de dar aos usuários mais controle sobre suas informações pessoais e apaziguar os ativistas que defendem a privacidade online. A empresa tem sido frequentemente criticada por acumular grandes quantidades de dados pessoais e agora está dando aos usuários uma maneira fácil de saber quais informações estão armazenadas em suas contas.
Para acessar o Dashboard, basta digitar https://www.google.com/dashboard/ no navegador ou, a partir de qualquer serviço do Google, clicar em “Minha conta”, no canto superior esquerdo. Em configurações pessoais haverá uma opção “Dashboard”, onde o usuário poderá ver os dados armazenados naquela conta.
Usuários do Orkut que ainda não têm acesso ao novo site apresentado pelo Google na semana passada e nem amigos para pedir convites já podem recorrer ao Mercado Livre. Internautas de vários estados do país vendem os ingressos no site de leilões online por valores que variam entre R$ 3 e R$ 40.
A popularidade do Orkut no Brasil não é novidade e a expectativa que seria gerada com a reformulação do site também era esperada. O site ganhou uma nova cara na semana passada, mas apenas alguns usuários já estão aproveitando os novos recursos.
Cada um desses pioneiros recebeu convites para chamar os amigos, como ocorria nos primórdios da ferramenta. O Google pretende que todos os usuários tenham migrado para o novo Orkut até meados de 2010.
O mesmo fenômero ocorreu com o Google Wave, que também funciona na base de convites. No caso da inovadora ferramenta de comunicação online, o valor dos convites chega a R$ 60.