Um infográfico criado pelo site Scores.Org demonstra de forma temporal como uma das gigantes do mundo do software foi absorvendo e adquirindo outras empresas do ramo.
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Um infográfico criado pelo site Scores.Org demonstra de forma temporal como uma das gigantes do mundo do software foi absorvendo e adquirindo outras empresas do ramo.
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O Google está testando seu prório serviço encurtador de URLs, batizado de Goo.gl. A ferramenta por enquanto funciona apenas pela Google Toolbar e não pode ser acessada diretamenta através de um site. Com isso, ainda não é possível avaliar o serviço em grande escala para saber se ele poderá superar as diversas opções disponíveis atualmente.
Os encurtadores de URL transformam endereços grandes da internet (como o desta matéria) em links curtos, facilitando o envio de sites em dispositivos com alguma restrição de espaço. Isso serve tanto para celulares quanto para as páginas de um jornal impresso. Todos os links indicados nas matérias da Revista DIGITAL, por exemplo, utilizam encurtadores.
Entre os serviços existentes estão o TinyURL (tiny.cc), Bit.ly (bit.ly) e o NotLong (notlong.com). O brasileiro Migre.me (migre.me) também é uma opção e serve para demonstrar um dos possíveis interesses do Google no mercado.
Através dos endereços criados pelos internautas, o Migre.me revela quais foram os links mais clicados e enviados no Twitter nas últimas “x” horas. Com essas informações é possível saber mais sobre o comportamento de internautas e sobre os assuntos mais populares em determinados momentos.
Os encurtadores se tornaram especialmente populares na trilha do sucesso do Twitter, com seu limite de 140 catacteres por mensagem, como notam os engenheiros de software Muthu Muthusrinivasan, Ben D’Angelo e Devin Mullins, no post que anuncia o novo serviço no blog do Google.
“As pessoas compartilham muitos links online e isso aumentou particularmente com a popularidade de serviços de microblogging como o Twitter. Se você não está familiarizado com eles, os encurtadores de links basicamente diminuem uma URL longa em poucos caracteres para facilitar o compartilhamento com outras pessoas.”
A Microsoft lançou nesta quinta-feira o Bing Maps, seu site de mapas online que pretende competir com o serviço similar do Google. O Bing Maps utiliza Silverlight, o “Flash” da Microsoft, e mostra imagens 3D com a ferramenta StreetSide, semelhante ao Google Street View.
Para cidades onde estão disponíveis as imagens 3D, o Bing Maps faz uma transição muito suave entre o mapa 2D e as fotografias que constroem o ambiente em três dimensões. Segundo a Microsoft, isso é possível graças ao Silverlight, tecnologia que a empresa tenta emplacar no lugar do Flash, amplamente utilizado hoje em dia para apresentar animações e vídeos na web. Para utilizar o Bing é preciso baixar gratuitamente o Silverlight.
O Bing Maps é mais um passo no esforço da Microsoft em atrair usuários para sua ferramenta de busca. Lançado em junho, o Bing já tem cerca de 9% do mercado de buscas nos EUA, ainda atrás do Yahoo (18%) e principalmente do líder Google (65%).
Com o objetivo de “remover distrações” desnecessárias para os internautas que visitam sua página principal apenas para realizar buscas online, o Google lançou um novo site, com visual ainda mais minimalista. Agora, quando alguém acessa o endereço www.google.com vê apenas o logo da empresa, a caixa de busca e os botões “Pesquisa” e “Estou com sorte”. Mas basta mover o mouse para que as outras opções de navegação surjam na página.
Segundo Marissa Mayer, vice-presidente de produtos de busca e experiência do usuário do Google, a maioria dos visitantes do site deseja apenas fazer buscas “e essa opção limpa e minimalista dá a eles o que estão procurando”.
Aqueles que quiserem usar outros aplicativos, como o Gmail ou Google Reader, ou opções mais sofisticadas de pesquisa, e acessam esses serviços pelo site principal do Google, precisam apenas mexer o mouse para que esses links adicionais apareçam.
Marissa argumenta que a maioria das pessoas que quer acessar outros serviços tende a mover o mouse assim que entra na página, o que faz com que o recurso do “fade-in” seja uma “solução elegante que dá opções para quem deseja, mas remove distrações de quem só quer fazer buscas”.
O design apresentado nesta quinta-feira não parece ter relação com outras propostas que o Google vem testando para sua página de busca.

Será que o Google “nasceu” desse papel?
O Google lançou um novo site onde cada internauta pode conferir um sumário de todas as suas informações pessoais armazenadas pelo gigante da web. O “Dashboard” (Painel, em inglês), revelado nesta quinta-feira, reúne todos os dados que são pescados pelos computadores do Google sempre que nos logamos em alguma conta da empresa.
Diferente do iGoogle, o Dashboard não pretende ser uma página inicial do usuário, um “portal de entrada” na internet. A função dele é oferecer um resumo de todos os serviços do Google que aquele internauta utiliza, com links para que ele possa facilmente modificar as configurações de cada um desses serviços.
Isso inclui resumos dos emails recebidos pela pessoa, solicitações de pesquisa, documentos abertos no Docs, contatos, datas marcadas no calendário, posição no Latitude, atualizações no Orkut, notícias lidas no Reader, hábitos de visualização no YouTube, entre outros. Antes, era preciso visitar vários sites diferentes para ter acesso a todas essas informações. O instantâneo não inclui qualquer atividade ocorrida enquanto o internauta não está registrado em algum serviço do Google.
O Dashboard é a mais recente tentativa do Google de dar aos usuários mais controle sobre suas informações pessoais e apaziguar os ativistas que defendem a privacidade online. A empresa tem sido frequentemente criticada por acumular grandes quantidades de dados pessoais e agora está dando aos usuários uma maneira fácil de saber quais informações estão armazenadas em suas contas.
Para acessar o Dashboard, basta digitar https://www.google.com/dashboard/ no navegador ou, a partir de qualquer serviço do Google, clicar em “Minha conta”, no canto superior esquerdo. Em configurações pessoais haverá uma opção “Dashboard”, onde o usuário poderá ver os dados armazenados naquela conta.