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nov
19

Especialistas alertam para aumento de ataques

Arquivado em Internet, Tecnologia às 9:59 | Escreva um comentário

Especialistas em segurança alertaram os usuários de internet para um possível aumento nos ataques de vírus, previsto para a próxima segunda-feira, dia 24 de novembro.

Segundo o site The Guardian, a firma de segurança PC Tools acredita que a data, que antecipa o feriado de Ação de Graças, tradicional festividade americana, será o pior dia do ano para ataques de vírus.

Estatísticas do ano passado mostraram que o ponto mais alto da ação de vírus, worms e outros ataques online aconteceu três dias antes do feriado. Comparado com outro estudo realizado com 500 mil computadores ao redor do mundo foi feita a nova previsão que indica que o problema pode se repetir em 2008.

O aumento na atividade de vírus é compreensível, já que um grande número de internautas usa a web para compras online, se antecipando para o Natal, o que aumenta a chance de sucesso de acesso aos dados confidenciais por cibercriminosos.

Para piorar a situação, criadores e veiculadores de malware já vêm se aproveitando da popularidade do presidente recém-eleito Barack Obama para infectar computadores com links a falsos vídeos e outras táticas.

É esperado que fraudadores e hackers tentem iludir usuários a baixar software malicioso para acessar detalhes de homebanking e ainda senhas de sites de compras, explicou o site SC Magazine. Sendo assim, recomenda-se ainda mais cautela por parte dos usuários.

Aqueles que planejam compras online devem se precaver, instalando e mantendo atualizadas soluções antivírus e firewall, não abrir qualquer arquivo suspeito ou não solicitado que tenha recebido por email, bem como garantir que informações como dados de cartão de crédito e débito sejam fornecidos apenas a sites com certificado de segurança, conforme recomendou o jornal online The Telegraph.

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out
17

Celulares podem ser próximo alvo de hackers, alertam especialistas

A chegada ao mercado de celulares cada vez mais poderosos e o aperfeiçoamento das conexões móveis à internet vem criando uma nova preocupação para os especialistas em segurança: que hackers voltem as suas atenções para os smartphones, criando enormes botnets de telefones, como informa um estudo feito por especialistas da Georgia Tech divulgado pelo Telegraph.co.uk.

As “botnets”, redes de PCs infectados que executam ações sem o conhecimento do dono, são muito utilizadas para envio de spams e ataques de negação-de-serviço, quando servidores de um site são acessados por milhares de máquinas ao mesmo tempo, tirando-os do ar.

Para os pesquisadores da Georgia Tech, se os celulares forem absorvidos por botnets, novos tipos de esquemas ilícitos podem surgir, como a programação de ligações para linhas pagas, envio de mensagens para concursos por SMS ou compra de ringtones de empresas específicas.

- A questão é, será que eles podem fazer isso de forma eficiente; com lucro e sem muito risco? - pergunta o especialista Joe Stewart, diretor da empresa de SecureWorks ao Telegraph.co.uk - Porque se puderem, eles vão fazer.

Entre as características dos celulares que teriam apelo entre os hackers estão o fato deles estarem sempre ligados, serem capazes de receber e enviar dados e terem pouca segurança. Segundo o Telegraph.co.uk, programas antivírus gastariam muita bateria, o que dificulta sua implantação em aparelhos móveis.

A maior dificuldade para os hackers, por outro lado, será entender como funcionam as redes dos celulares, que são mais fechadas que a dos provedores de internet tradicionais. As operadoras de telefonia têm maior controle sobre suas redes e poderiam bloquear as linhas em caso de infecção com alguma facilidade.

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set
8

Google Chrome é alvo de especialistas de segurança

Arquivado em Internet, Tecnologia às 11:15 | Escreva um comentário

Pouco depois do beta do navegador Chrome da Google ter sido lançado, especialistas em segurança se dedicam a encontrar falhas perigosas no programa, o que ajuda a empresa a corrigir brechas antes que elas possam ser ativamente exploradas por hackers maliciosos.

A primeira falha amplamente noticiada, conhecida como Carpetbomb, diz respeito ao mecanismo usado para a interpretação do código das páginas. O Chrome utiliza o WebKit, o mesmo sistema empregado no Safari.

Embora a falha tenha sido corrigida no navegador da Apple, noticiou o heise Security, a Google utilizou para o Chrome uma versão anterior do mecanismo, com o problema ainda não resolvido.

Além deste problema, o site TG Daily divulgou que a firma de segurança SecuriTeam descobriu uma forma de travar o navegador. A versão beta não comporta endereços que contenham a seqüência de caracteres :%, fechando todas as janelas e abas do navegador, sem armazená-las para recarregamento posterior. Embora isso não traga um problema à segurança, poderia ser usado para travar o programa do usuário e fazê-lo perder pesquisas e trabalho, por exemplo.

Mas, nenhuma brecha é a maior que o bug conceitual noticiado pelo TG Daily em um artigo intitulado “Chrome é um pesadelo para a segurança”. Apesar de alarmista, o título aponta um problema intrigante relativo à forma que o navegador lida com o histórico.

Sendo uma empresa de busca, a Google vive da indexação de dados. Isso quer dizer que cada página da web é convertida para um banco submetido à busca cada vez que um termo é procurado.

Usuários do fórum forensicfocus.com decidiram explorar um recurso que faz o mesmo com o histórico de navegação e descobriram que o sistema indexa localmente todas as páginas visitadas e seus conteúdos, incluindo servidores seguros HTTPS, usados por bancos e instituições financeiras.

Assim, com um rápido jogo de palavras, você consegue encontrar qualquer site que navegou, incluindo todos os dados bancários como extratos e faturas de cartões de crédito.

As informações são armazenadas apenas na máquina do usuário, mas seria relativamente simples para um hacker criar um script ou vírus capaz de roubar as informações guardadas e assim ter acesso aos dados confidenciais.

Embora o assunto seja polêmico, é também questionável. Bastaria ao usuário limpar os registros de navegação (no menu com o ícone da chave inglesa) ou usar uma janela anônima (Ctrl + Shift + N) para abrir sites com informações confidenciais. Os especialistas afirmam, entretanto, que os usuários não costumam prestar atenção nessas coisas.

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